Acervo
Publicações recentes
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Falar é uma coisa, escrever é outra: a (falta de) equivalência entre fala e escrita
A escrita e a fala, embora interligadas, não correspondem diretamente, gerando dificuldades na alfabetização. Compreender essa diferença é crucial para desestigmatizar erros ortográficos e aprimorar práticas educativas. Tanto crianças quanto adultos enfrentam desafios ao…
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Metaconceitos, Insight e Estrutura Invisível: por que a educação linguística é mais do que decorar listas de nomes — e o que isso revela sobre os limites da IA
O artigo de Marcus Maia discute a importância da educação linguística em desenvolver metaconceitos cognitivos que reorganizam a percepção da linguagem. Utilizando rastreamento ocular, analisa como processamos diferentes estruturas sintáticas, defendendo que a aprendizagem…
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Uma questão de tempo
O artigo de Ana Paula Quadros discute a semântica associada aos tempos verbais das línguas naturais humanas. A que tempos flexões como o presente do indicativo do português se referem, por exemplo? Haveria algum…
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Big Bang vocabular: o grau zero de formação das palavras
O artigo de Maurício Resende discute processos que ampliam o vocabulário, focando na criação de novas raízes. Os mecanismos principais são reanálise, onde unidades já existentes são reinterpretadas, e encapsulamento, que origina raízes a…
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“Botânica” linguística: o desabrochar de uma língua
O desenvolvimento da linguagem na infância pode ser comparado ao crescimento de uma árvore, com fases distintas que refletem a maturação do organismo. Teóricos como Chomsky e Radford exploram como crianças adquirem habilidades linguísticas,…
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Como a língua que falamos nos livra da culpa
O texto discute como a construção da voz média na língua portuguesa permite que falantes evitem a responsabilidade por ações, apresentando eventos como se ocorressem de maneira autônoma. Essa construção linguística influencia a percepção…
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Aí é linguista! Reflexões sobre sujeitos locativos inovadores na gramática do português do Brasil
A pesquisa de Francimária Bergamo analisa a emergência de construções linguísticas no português brasileiro, onde pronomes locativos como “aqui” e “aí” passam a atuar como sujeitos. Essas inovações indicam uma mudança gramatical significativa, refletindo…
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“Francamente, o Pedro falou a resposta” vs. “O Pedro falou a resposta francamente” – Será que Pedro estava mentindo?
O texto analisa como o advérbio “francamente” altera seu significado conforme a posição na frase. Em “Francamente, o Pedro já falou a resposta”, indica uma declaração, enquanto “O Pedro falou a resposta francamente” refere-se…
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Preposição abandonada, você já ouviu falar sobre?
O texto aborda o fenômeno linguístico do abandono de preposições no português brasileiro, especialmente em orações relativas e interrogativas. Essa nova estrutura sintática, que frequentemente ocorre com preposições como ‘sobre’ e ‘sem’, reflete mudanças…
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