Rafael Berg Esteves Trianon (Pós-Doutorando PPGLIN/UFRJ)

Resumo: As línguas humanas são experts em gerenciar o fluxo de informação. Assim, uma mesma mensagem pode ser veiculada de formas diferentes, a depender de aspectos como a familiaridade com o que é dito ou ao destaque dado a certos elementos da interação. Esse último aspecto, chamado na Linguística de focalização, é o tópico deste estudo. A focalização pode envolver tanto a introdução de um novo referente no discurso quanto um contraste e diferentes estratégias de marcação da informação focalizada estão disponíveis nas línguas.
Introdução
Uma das características que particularizam os seres humanos em relação aos demais animais é a capacidade de gerenciar informação. Somos especialistas em receber os estímulos da realidade e interpretá-los, combiná-los e integrá-los ao que já sabemos sobre o mundo. Fazemos isso o tempo todo: ao conhecer alguém, por exemplo, associamos o nome à imagem da pessoa, criando uma nova “caixinha mental”, à qual vamos adicionando novas informações à medida em que descobrimos coisas novas sobre ela: estado civil, possíveis alergias, maior vergonha que já passou, qual filme da trilogia clássica de Star Wars ela mais gosta, etc.
A linguagem, pelo fato de prover um meio de comunicação aos seres humanos, é capaz de codificar e manipular as informações que sabemos sobre as coisas. Em outras palavras, nossa capacidade linguística pode mexer nas diferentes “caixinhas” que povoam nossa mente. As sentenças que produzimos diariamente exibem essa capacidade e podemos manipular o fluxo dessas informações de acordo com nossas necessidades. Vejamos alguns exemplos:
(1) Eu sou seu pai.
Em (1), a frase original de Darth Vader em “Star Wars: O Império Contra-Ataca” (e, não, ele não diz “Luke” antes de revelar a paternidade), há a veiculação de um pacote de informação, contendo a ideia de que o emissor da mensagem (o próprio Darth Vader) é pai do receptor (no caso, Luke Skywalker).

Fonte: br.pinterest.com/cinefiloemserie/
Agora, imagine que, ao invés da icônica frase, o progenitor do protagonista da história tivesse dito o seguinte:
(2) Eu que sou seu pai.
A mesma informação é veiculada na frase (2), com a diferença de que, agora, existe uma organização diferente desse pacote: caso Vader tivesse dito a frase (2), ele estaria demonstrando para Luke que, dentre as opções de possíveis pais (ou seja, os diferentes elementos que poderiam compor a caixinha mental nomeada “pai do Luke”), aquele que, de fato, é o pai dele é o próprio Vader. Perceba que, embora a informação em si seja a mesma, a forma de organizar essa informação é modificada.
Por fim, ainda há uma terceira forma alternativa que Darth Vader poderia revelar sua relação com o jovem Jedi:
(3) Seu pai, eu sou ele.
Nesse último caso, a informação, que continua a mesma, está organizada de maneira diversa: Vader estaria pontuando inicialmente sobre o que irá falar (sobre o pai de Luke), para, em seguida, fornecer a informação de que ele mesmo é esse pai1.
Esses exemplos demonstram o fato de que o fluxo de informações em uma comunicação pode ser manipulado para valorizar uma ou outra informação, ou para organizar aquilo que teria mais relevância. A isso chamamos de Estrutura Informacional.
O baralho da conversação
Uma analogia interessante é pensar em uma pilha de cartas de baralho2. Imagine que estamos jogando um jogo no qual há dois montes de cartas, um virado para cima e outro para baixo. A cada rodada, sempre há, no monte de cartas viradas para cima, uma carta no topo, a qual todos estão vendo. Eu, como jogador da vez, posso manter essa carta no topo, pegar uma outra desse mesmo monte, que já estava virada para cima (e que, portanto, todos também conheciam), e colocá-la no topo, ou ainda pegar uma carta do monte virado para baixo (nova para todos) e colocá-la virada para cima no outro monte (de modo que essa nova carta agora é conhecida por todos).

Fonte: pt.wikihow.com
Agora, imagine que o monte de cartas viradas para cima é uma conversa, e cada carta é um item do qual estamos falando. Na minha vez de falar (lembrando que toda fala é uma informação dita sobre algo), eu posso decidir continuar falando do mesmo assunto sobre o qual estávamos conversando (ou seja, não mexer em carta nenhuma). Mas eu também posso querer mudar o assunto e falar de outra coisa. Nesse caso, eu posso decidir falar de algo que já foi dito anteriormente (mover uma carta do monte de cartas viradas para cima), ou então falar sobre algo totalmente novo, fora do assunto da conversa (pegar uma carta do outro monte e colocá-la virada para cima). Essas escolhas serão refletidas na Estrutura Informacional da sentença que eu vou produzir.
Vamos ver um exemplo concreto disso. Veja a frase abaixo:
(4) Luke Skywalker venceu Darth Vader em “O Retorno de Jedi”.
Antes de analisar, vamos entender quais são as “cartas” no jogo (que chamamos, na Linguística, de ‘referentes’). São três os referentes nessa frase: Luke Skywalker, Darth Vader e o filme “O Retorno de Jedi” (além do fato de que alguém venceu alguém). Agora, imagine que eu e um amigo estamos conversando sobre Star Wars, e meu amigo, embora conheça Darth Vader e o filme “O Retorno de Jedi”, não sabe quem venceu Darth Vader e faz a pergunta a seguir:
(5) Quem venceu Darth Vader em “O Retorno de Jedi”?
Nessa pergunta, podemos dizer que o monte de cartas virado para cima possui apenas duas cartas: Darth Vader e “O Retorno de Jedi”. Eu posso responder essa pergunta falando algo como3:
(6) Foi O LUKE SKYWALKERquem venceu ele nesse filme.
Perceba que minha resposta põe em evidência o referente Luke Skywalker. Usando nossa analogia das cartas, o que eu faço é retirar a carta Luke Skywalker do meu monte de cartas (que está virado para baixo, já que não está na conversa ainda) e colocá-lo no topo do monte de cartas do discurso, que já contém Darth Vader e “O Retorno de Jedi”. Além disso, perceba também que esses dois referentes, por já estarem na conversa, puderam ser retomados usando outras palavras (‘ele’ e ‘nesse filme’, que contêm pronomes, palavras especializadas em se referir a “cartas do baralho virado para cima”). Ao responder dessa forma, eu tornei o fluxo de informações (a Estrutura Informacional) mais claro para o meu amigo.
Agora imagine que estamos há algum tempo falando sobre Star Wars (e nosso monte de cartas está bem recheado de referentes “virados para cima”), de modo que a seguinte conversa ocorre:
(7)
EU: Eu acho que, entre “O Império Contra-Ataca” e “O Retorno de Jedi”, eu prefiro o primeiro. O Luke Skywalker é muito convincente nele.
MEU AMIGO: Eu não sei mesmo, os dois são filmes muito bons.
EU: Mas, cara, é O LUKE SKYWALKER quem faz “O Retorno de Jedi” ser melhor.
Note que, dessa vez, como estamos conversando sobre Star Wars, a “carta” do Luke Skywalker já está disponível na conversa. Minha frase final simplesmente pega a carta Luke Skywalker, que estaria no monte de cartas viradas para cima, e a traz para o topo, colocando-a em evidência.
Esse processo de “trazer a carta para cima”, seja ela já parte da conversa (como no exemplo (7)), seja um referente novo (no exemplo (6)), é chamada de focalização, o tema da nossa conversa de hoje.
Focalização e tipos de foco
Sob esse ponto de vista, a focalização é um fenômeno que cria uma Estrutura Informacional marcada, adequada a alguns contextos. Um desses contextos é o de introdução de novas informações (trazer a carta do monte virado para baixo), como visto no exemplo em (6), ao que chamamos de focalização informacional. Outro tipo é aquele que, além de envolver a introdução de uma nova informação, contrasta e corrige algo já dito. Um exemplo disso pode ser o seguinte diálogo:
(8)
MEU AMIGO: Eu conheço Star Wars. Esse é aquele em que o Spock é filho do Darth Vader, né?
EU: Nada disso, é o LUKE SKYWALKER que é filho do Darth Vader.
No exemplo, meu amigo insere uma informação que eu corrijo. Para veicular essa correção, eu faço uma focalização na informação corrigida (para usar nossa analogia das cartas, é como se ele não só colocasse uma nova carta no monte virado para cima, mas também tirasse do monte a carta que ele julgou estar errada). Esse tipo de focalização é chamada de contrastiva.
Assim, foco informacional e foco contrastivo são os dois grandes tipos de foco estudados dentro da área de Estrutura Informacional. Isso não quer dizer que não existam outros fenômenos semelhantes que também são chamados de foco4.Um exemplo dessas “focalizações marginais” é o foco mirativo (ou admirativo, que é inclusive um nome bem mais autoexplicativo), que envolve uma quebra de expectativa quanto à validade de uma informação (ou seja, admiração). Imagine que uma pessoa está assistindo pela primeira vez o filme “Star Wars: O Império Contra-Ataca” e ela, por desconhecer esse fato, é pega de surpresa pela revelação feita por Darth Vader de que ele é pai de Luke5. Assim, ao saber disso, ela diz:
(9) Meu Deus! Eu não sabia que é logo o DARTH VADER que é o pai do Luke!

Fonte: insidethemagic.net
Perceba que a estrutura usada para veicular esse foco é a mesma das frases em (6) e em (8). Além disso, o sentido atribuído a essa “miratividade” (= admiração) remete a uma espécie de correção: a pessoa não imaginava que Darth Vader fosse o pai do Luke, e ela mesma se corrige expressando a correção na frase com a focalização mirativa.
Estratégias de marcação de foco
Agora que entendemos a existência desse fenômeno que é a focalização, vamos entender de que formas podemos expressá-lo. Uma delas (que inclusive foi a que eu escolhi até agora para explicar o fenômeno e que aparece no título deste texto) é a clivagem. A palavra “clivar” significa cortar algo, e é isso que as frases clivadas fazem: elas “cortam” a frase no meio. Assim, eu posso partir de uma frase e “cortar” uma parte dela para colocá-la em outro lugar. Para marcar esse “corte”, eu uso o verbo “ser” e a palavra “que”, fazendo algo como:
(10)
Esse texto fala <sobre Star Wars>6.
É <sobre Star Wars> que esse texto fala.
Existem algumas variações dessa clivagem. Uma delas envolve a ordem das palavras. Eu posso colocar o foco antes do verbo, e fazer o que chamamos de clivada invertida:
(11) <Sobre Star Wars> é que esse texto fala.
Existem ainda outras variações possíveis de clivadas (pelo menos em português):
(12) Esse texto fala é <sobre Star Wars>
(13) <Sobre Star Wars> que esse texto fala
Um pouco diferente disso é a existência de frases nas quais, no lugar da palavra “que”, temos um pronome: são as chamadas pseudoclivadas:
(14) <Darth Vader> foi quem assumiu a paternidade de Luke Skywalker.
(15) Quem assumiu a paternidade de Luke Skywalker foi <Darth Vader>.
O interessante das pseudoclivadas (o que também ocorre com as clivadas) é que elas deixam muito claro qual é a pressuposição7 em jogo: é justamente que alguém assumiu a paternidade de Luke Skywalker. Outro aspecto muito curioso dessas estruturas é que elas muito se assemelham ao que chamamos de sentenças predicacionais, nas quais atribuímos uma característica a algo. Veja abaixo a diferença (muito pequena) entre uma sentença predicacional (16) e uma pseudoclivada (17).
(16) O que a princesa Leia é é perigoso.
(17) O que a princesa Leia é é perigosa
Note que, na primeira frase, perigoso é uma característica do que a princesa Leia é (o que ela representa, por exemplo, ou o que ela faz). Seria adequado dizer isso se pensarmos que a princesa Leia é membro da Resistência, que luta contra o Império de Darth Sidious, uma atividade de fato perigosa. Podemos ilustrar essa dinâmica da seguinte forma:
(18)
A princesa Leia é membro da resistência.
Ser membro da resistência é perigoso.
Já na segunda frase, a palavra ‘perigosa’ não se refere a algo que a princesa talvez seja, mas sim à própria Leia, atribuindo à própria princesa a característica de ser perigosa (talvez por ela andar armada). A primeira frase é uma sentença predicacional simples, enquanto a segunda é, de fato, uma pseudoclivada.

Fonte: elpais.com
Uma terceira forma de veicular foco envolve apenas uma reorganização da ordem das palavras na frase. Essa estratégia, chamada de fronteamento, pode ser vista em várias línguas, inclusive português:
(19) <Sobre Star Wars> esse texto fala.
Perceba que, nesse caso, o que eu fiz foi deslocar a expressão focalizada para o começo da frase. Isso pode resultar na interpretação de foco. E eu disse “pode” porque é a entonação que vai determinar se a interpretação vai ser mesmo a de foco. Perceba as duas frases abaixo:
(20) SOBRE STAR WARS esse texto fala.
(21) Sobre Star Wars, esse texto fala.
Na primeira frase, a escrita em caixa alta e negrito pode tê-la influenciado a uma leitura mais marcada, com ênfase na expressão SOBRE STAR WARS. Essa ênfase dispara a interpretação de focalização (você entende que esse texto fala sobre alguma coisa, e essa coisa é Star Wars). Agora, na segunda versão, a presença da vírgula indica uma pausa, que causa uma entonação um pouco diferenciada. Essa entonação atribui a essa frase o sentido de que, em uma conversa sobre Star Wars, você quer expressar a informação nova de que “esse texto” fala sobre isso (o que não é foco, mas tópico, assunto que merece um texto em separado). Isso nos indica a possibilidade de que a entonação também contribua com a focalização, o que é verdade. Inclusive, é possível utilizar apenas a entonação para marcar o foco em português (e em várias outras línguas). Note que, nos pares abaixo, a frase de baixo é uma correção a uma informação na frase de cima (sendo, por isso, um foco contrastivo):
(22) Darth Vader venceu Luke no planeta Bespin.
a. Palpatine venceu Luke no planeta Bespin.
DARTH VADER venceu Luke no planeta Bespin. (não Palpatine)
b. Darth Vader perdeu para Luke no planeta Bespin.
Darth Vader VENCEU Luke no planeta Bespin. (não perdeu)
c. Darth Vader venceu Leia no planeta Bespin.
Darth Vader venceu LUKE no planeta Bespin. (não Leia)
d. Darth Vader venceu Luke em Tatooine.
Darth Vader venceu Luke NO PLANETA BESPIN. (não em Tatooine)
e. Darth Vader venceu Luke ao lado do planeta Bespin.
Darth Vader venceu Luke NO planeta Bespin. (não ao lado)
f. Darth Vader venceu Luke na lua Bespin.
Darth Vader venceu Luke no PLANETA Bespin. (não na lua)
g. Darth Vader venceu Luke no planeta Dagobah.
Darth Vader venceu Luke no planeta BESPIN. (não Dagobah)
Note que, nas frases acima, se a entonação apresentar ênfase em alguma das palavras (marcadas pela caixa alta e pelo negrito), a interpretação de foco muda (inclusive, é possível bolar contextos de correção nos quais, a cada vez, uma dessas informações esteja errada, motivando a correção com a entonação marcada, como se pode ver nos exemplos).
Em português, os meios sintáticos (os exemplos de (10) a (15), além do (19)) e entonacionais (os exemplos em (22)) são os principais na veiculação de focalização. No entanto, outras línguas possuem um repertório ainda maior de estratégias para marcar foco. Uma delas é o persa, língua falada no Irã, que utiliza uma palavra específica para indicar foco:
(23)
Mæn ketabo be Ali nemidæm ‘Eu não dei o livro para Ali’
Mæn ke ketabo be Ali nemidæm ‘Fui eu que não dei o livro para Ali’
Mæn ketabo ke be Ali nemidæm ‘Foi o livro que eu não dei para Ali’
Mæn ketabo be Ali ke nemidæm ‘Foi para Ali que eu não dei o livro’
Veja pelo exemplo (que não é sobre Star Wars porque não falo persa, e o exemplo foi retirado de um artigo8) que existe a possibilidade de adicionar a palavra ‘ke’ logo depois de algo para que ele seja interpretado como foco9. Essa mesma estratégia também ocorre em yorubá:
(24)
Adé fọ aṣọ Ìfẹ ní àná ‘Adé lavou a roupa de Ìfẹ ontem’
Adé ni ó fọ aṣọ Ìfẹ ní àná ‘Foi Adé que lavou a roupa de Ìfẹ ontem’
aṣọ Ìfẹ ni Adé fọ ní àná ‘ Foi a roupa de Ìfẹ que Adé lavou ontem’
ní àná ni Adé fọ aṣọ Ìfẹ ‘ Foi ontem que Adé lavou a roupa de Ìfẹ’
Nos exemplos de yorubá10, uma dinâmica muito parecida à do persa acontece: adicionamos a palavra ‘ni’ depois de algo para tornar esse algo um foco. A diferença agora é que, além da inserção de ‘ni’, ocorre um deslocamento (idêntico ao fronteamento do qual falamos antes) para o começo da frase.
Resumo da história
Com base no que vimos, fica claro como as línguas são dinâmicas e, mais do que simplesmente veicular significados e falar das coisas do mundo, também são capazes de organizar o fluxo de informações a serem ditas, usando, para isso, vários mecanismos. Estudar esses processos e entender suas possibilidades e nuances torna o trabalho da Linguística semelhante ao de um explorador, pronto para desbravar mistérios e encontrar as mais diversas formas de expressar a vida, seja nesta ou numa galáxia muito distante (embora uma língua alienígena não necessariamente precise ser idêntica à nossa, assunto tratado no texto “Batendo papo com aliens: quando a Astronomia e a Linguística se encontram”, escrito por Guilherme Borges, que você pode ler aqui).
Para saber mais
Em um artigo recente, eu (Trianon, 2024) discuto as possibilidades de focalização em algumas outras línguas do mundo.
No artigo “Focalização, cartografia e sentenças clivadas no português brasileiro” (Guesser & Quarezemin, 2013), Simone Guesser e Sandra Quarezemin discutem, a partir de uma teoria linguística muito interessante, como seriam as estruturas de clivadas em português do Brasil.
Para quem lê em inglês, uma ótima pedida é o livro Information Structure, de Erteschik-Shir (2007). Nele, a autora apresenta uma explicação bastante aprofundada sobre os conceitos de foco e tópico (inclusive, foi de onde eu retirei a analogia das cartas).
Referências citadas
AJÍBÓYÈ, Ọ. A morpho-syntactic account of ni in Moba Yoruba. Journal of West African Languages, v. XIII, n. 2, 2006.
ERTESCHIK-SHIR, N. Information structure: the syntax–discourse interface. Oxford: Oxford University Press, 2007.
FATAHI, F.; OROJI, M. R.; RAHBARIAN, S. Focalization and Focus Representations in Persian. Frontiers of Language and Teaching, v. 4, January, 2013.
GUESSER, S.; QUAREZEMIN, S. Focalização, cartografia e sentenças clivadas do português brasileiro. Revista Linguística, v. 9, n. 1, p. 188–208, 2013.
TRIANON, R. Focalização em uma perspectiva tipológica. (Con)textos linguísticos, v. 18, p. 201-220, 2024.
(Baixe a versão em pdf do texto)
[Outros textos de divulgação: leia aqui].

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